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17/08/2016

Boas oportunidades surgem nesse período de crise econômica



Dentre os temas que mais se discutem em reuniões de trabalho, a crise econômica e política nacional toma boa parte da pauta dos gestores de empresas. No entanto, conforme orientam especialistas no assunto, mais importante do que diagnosticar problemas é buscar por medidas que visem atenuar os efeitos de tais dificuldades ou mesmo alternativas para superá-las. Uma das formas encontradas pelos que se depararam com o desemprego foi o investimento em negócio próprio.

Mesmo com a taxa de desemprego registrada em 11,2% no primeiro trimestre de 2016, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o momento pode se mostrar favorável a iniciativas positivas, como o caso do empreendedorismo. Conforme o IBGE, a taxa é maior do que foi registrado no mesmo período do ano passado, que ficou em 8,1%.

Conforme o coordenador do curso de Administração da faculdade ASSER – Rio Claro, Michel Soares de Godoy, os profissionais da área devem enfrentar o problema de maneira inovadora: “em tempos onde muitos desistem por não encontrar o caminho para reverter este cenário de crise, cabe ao administrador inovar, criar e estabelecer novos limites, por meio de processos de gestão inovadores”. Das possibilidades de investimento de mercado, o empreendedor pode encontrar espaço em diversos segmentos. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) publicou algumas recomendações aos interessados, informando algumas possibilidades. Algumas áreas, como comércio eletrônico e alimentação, têm muitos atrativos.


Manutenção de bens
Investir na área de reparos e consertos é um bom caminho. Afinal, se os consumidores não estão adquirindo novos produtos, vão acabar precisando de manutenção quando os equipamentos quebrarem. E, como atendimento ao consumidor no Brasil não costuma ser bem visto pela maioria dos clientes, investir em um atendimento de excelência pode ser um bom primeiro passo. Tais como, oficina mecânica de carro ou moto, conserto de computadores e informática, recarga de cartuchos para impressoras.

Alimentação e conveniência

Estabelecimentos que vendem comida muito sofisticada, a altos custos, tendem a perder espaço, dando lugares a negócios de refeições prontas e mais baratas. Uma opção interessante para o empreendedor que deseja entrar nesse setor é investir em delivery de marmita. Esse tipo de negócio vem crescendo bastante pela praticidade e preços baixos. Lanches saudáveis com um modelo de assinatura também tendem a atrair clientes pela praticidade e acessibilidade. Aqui, a chave é fazer uma boa pesquisa de mercado para não errar na hora de começar o negócio.

Beleza e estética

Outra ideia de negócio em uma área que permanece aquecida é a dos salões de beleza, clínicas de estética e venda de cosméticos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o setor cresce de maneira estável desde 1996, sem sinais de frenagem por conta da crise. Uma pesquisa realizada em 2016 também mostrou que 83% das mulheres não vão conter gastos com produtos de higiene e beleza.

Negócios online

Outra forma de economizar é investir em negócios 100% digitais. Lojas virtuais não têm custo de espaço físico, dispensam equipe de vendas no local e ganham potencial de atender o país todo e até o mesmo o exterior. As possibilidades online são imensas, mas lembre-se de começar por onde você conhece e de conversar com muita gente para entender que problemas você precisa solucionar, dentro da área que escolher. *Com informações do portal Sebrae.






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