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13/09/2008

Projeto comunitário de inclusão digital no Cristo



        A Escola Superior de Tecnologia e Educação de Porto Ferreira (Asser-PF) deu início no último sábado, 13 de setembro, a mais uma etapa do projeto de extensão comunitária.

            Desenvolvida desde março deste ano, a iniciativa da Asser é atender uma reivindicação da comunidade acadêmica e valorizar a formação dos alunos do curso de Sistemas de Informação (SI). Por outro lado, há o objetivo de promover o intercâmbio entre a faculdade e a comunidade ferreirense.

            O curso de Inclusão Digital que está sendo oferecido aos alunos do EJA (Educação para Jovens e Adultos) em parceria com o Departamento de Educação da Prefeitura Municipal, tem por finalidade contribuir para o desenvolvimento das pessoas, o que pode produzir um efeito social, promovendo o desenvolvimento da sociedade em última instância.

            A questão da inclusão digital configura-se como um desafio social, visto que a tecnologia é indispensável à sobrevivência e adaptação ao mundo moderno e globalizado. Nesse aspecto, a Asser-PF contribui diretamente para o acesso ao mundo digital dos participantes do curso que pretende capacitar pessoas em informática.

            Durante as aulas os alunos do EJA obterão conhecimentos básicos do pacote Office e da internet para utilizá-los no cotidiano, proporcionando-lhes maior evolução cultural, profissional e pessoal.

            As aulas na escola “Professor Bráulio Teixeira”, no Parque Residencial do Cristo Redentor, são monitoradas por 12 alunos do curso de graduação de Sistemas de Informação que participam diretamente da iniciativa da Asser.

            Entre os 12 monitores está o discente Luiz Carlos Beirão de Souza, ex-aluno da Emef “Professor Bráulio Teixeira” e hoje aluno da Asser-PF. Para a coordenadora dos Projetos de Extensão Comunitária, Professora Carolina Molena, a presença do universitário configura-se como um incentivo para os outros alunos da comunidade.

            “Essa é a razão da extensão comunitária, porque as pessoas reconhecem que uma faculdade com qualidade superior de ensino está bem próxima do sonho profissional de cada um de nós”, afirmou a coordenadora.

Legenda da Foto: Participantes da turma do curso de inclusão digital, na Emef “Professor Bráulio Teixeira”, com o aluno-monitor (ao fundo)







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